Horário dos Cultos

Terça-Feira: 19:30
(Culto de Ensino)
Quarta-Feira: 14:30
(Tarde da Benção)
Quinta-Feira: 19:30
(Culto da Vitória)
Domingo: 19:00 (Louvor e Adoração)
1º Sábado do Mês: 19:00 (Santa Ceia)

Memorial da AD

Salmos 42 – 49

Salmos 42 – 49 O único verdadeiro refúgio do homem se encontra em Deus. O justo deseja ardentemente a comunhão com o Senhor. Estes Salmos, escritos pelos filhos de Corá, serviam originalmente para a adoração no templo em Jerusalém. Servem hoje para elevar os nossos pensamentos em honra do nosso Senhor. Salmos 42 Espera em Deus e 43 Salmos 42 e 43 juntos formam um poema de três estrofes, cada uma terminando com o mesmo refrão (42:5,11; 46:5). Assim é provável que o Salmo 43, também, fosse escrito pelos filhos de Corá. 42:1-5  O salmista tem sede de Deus (veja Mateus 5:6), desejando estar na presença do Senhor, enquanto outros duvidam e questionam a sua comunhão com Deus (1-3) Ele se lembra da alegria de guiar os fiéis ao templo de Deus (4) No refrão, ele olha para Deus para acalmar a sua alma inquieta (5) 42:6-11 Nos lugares mais distantes, mais altos, mais baixos e até nas ondas do mar, o salmista lembra de Deus para superar a opressão de seus inimigos (6-10). De novo, eles perguntam: “O teu Deus, onde está?” (10; veja 3) No refrão, ele novamente acha refúgio em Deus (11) 43:1-5  Esta, a terceira estrofe, apresenta uma mensagem mais otimista e mais convicta. O autor invoca o nome do Senhor para enviar a luz e o guiar ao santo monte, onde o homem louva a Deus (1-4). Esta vez, a última linha antes do refrão muda de questionamento dos inimigos para a afirmação confiante do justo. Nas primeiras duas estrofes, ele repetiu a pergunta dos descrentes: “O teu Deus, onde está?” (42:3,10). Mas esta vez, ele termina com o louvor do crente: “ó Deus, Deus meu” (4) O mesmo refrão encerra o poema (5) Salmo 44   O Povo Perseguido Pede Socorro 1-3      Deus estabeleceu o povo de Israel na terra prometida 4-8      Deus, e não o braço humano, deu vitórias para Israel contra os seus inimigos 9-16    Mas agora, ele os deixou sofrer opressão nas mãos dos inimigos 17-22   Mesmo assim, o autor diz que o povo continuou fiel a Deus, e não se entregou à idolatria. Assim ele sugere que os inocentes sofriam a perseguição. Paulo usa o versículo 22 para falar sobre a perseguição de cristãos inocentes (Romanos 8:36), num contexto que frisa o auxílio de Deus na vida dos fiéis 23-26  O Salmo encerra com um pedido a Deus, pedindo salvação da opressão Salmo 45   O Casamento do Rei Como freqüentemente acontece em mensagens proféticas, este Salmo evidentemente aplica-se a dois reis. Provavelmente tenha sido escrito em honra do casamento de um rei de Israel ou de Judá, e estende a Jesus, conforme a citação em Hebreus 1:8-9. Ao longo da história, têm surgido várias sugestões em relação à ocasião original do Salmo. Alguns sugerem o casamento de Salomão com a filha do Faraó (1 Reis 3:1), ou de Salomão com uma princesa sidônia (veja 1 Reis 11:1-5). Outros sugerem o casamento de Acabe com Jezabel (1 Reis 16:31). Ainda outros acham mais provável o casamento de Jeorão, um descendente de Davi, com Atalia, filha de Acabe e Jezabel e, por isso, descendente dos reis de Sidom (2 Reis 8:16-18,25-26). 1-5      O rei é elogiado por sua beleza, coragem, glória, justiça, etc. 6-9      A citação em Hebreus 1:8-9 claramente aplica os versículos 6 e 7 ao Messias, e serve para reforçar a doutrina da divindade de Cristo. O rei aparece em toda a sua glória, acompanhado pela rainha adornada de ouro (8-9) 10-17   A formosa noiva esquece de seu povo e entra no palácio do Rei, onde é abençoada para sempre (veja Efésios 5:25-27; Apocalipse 19:7-8; 21:2) Salmo 46   Deus no Meio da Sua Cidade 1-3      O povo confia em Deus para proteção de todo tipo de mal 4-7      Deus está no meio de sua cidade, assim garantindo a segurança do povo. O sentimento deste Salmo foi abusado por gerações posteriores, até o ponto que Jeremias falou que a presença do templo no meio de um povo ímpio não daria proteção para ninguém (Jeremias 7:1-15). Da mesma maneira,muitas pessoas hoje confiam em alguma coisa, talvez alguma imagem ou uma igreja como garantia da salvação. Nenhuma coisa garantirá a salvação de pessoas que desrespeitam a palavra de Deus 8-9      Deus mostrou a sua mão forte nas vitórias contra vários povos 10-11  Deus, exaltado entre as nações, é o refúgio do seu povo Salmo 47   Deus É o Grande Rei 1-4      O salmista convida os homens a louvarem o tremendo Deus que exaltou o seu povo sobre as nações 5-9      Deus, o Rei de toda a terra, merece a adoração de todos Salmo 48   Louvor na Cidade de Deus 1-3      Deus é exaltado na sua cidade, no seu santo monte 4-8      Deus estabelece o seu poder em sua cidade, e espalha os reis inimigos 9-11    Onde ouve-se o nome de Deus, ele merece adoração por sua perfeita justiça 12-14  Sião (o monte do templo em Jerusalém) foi estabelecido e mantido pelo poder de Deus. Ele é o Deus eterno e o guia para sempre Salmo 49   A Vaidade da Vida do Homem Materialista 1-4      O salmista (dos filhos de Corá) introduz este Salmo didático dirigido a todos os homens, ricos e pobres 5-6      O servo do Senhor não tem motivo para temer os ímpios que confiam nos seus bens materiais 7-14     A riqueza não salva! Ninguém pode ser remido com dinheiro. Todos morrerão e deixarão os seus bens para outros. Os ricos se dedicam ao acúmulo de bens, ou ao desejo de deixar algum tipo de memorial para o futuro, mas o próprio homem morre como um animal. Obs.: Alguns grupos religiosos usam trechos como este, especialmente versículos como 12 e 20, para defender doutrinas de aniquilamento dos ímpios. Devemos lembrar que os Salmos usam linguagem poética e que freqüentemente falam do ponto de vista terrestre. Da mesma maneira que alguém poderia sugerir que a morte traz destruição total, este Salmo também fala de “habitar” na sepultura (14) e de estar com os pais (já mortos) num lugar de trevas (19). Este Salmo não ensina o aniquilamento dos perversos. 15       Em contraste com os perversos, que não acham redenção nas riquezas, o justo confia na redenção divina, sabendo que estará com Deus 16-20    Não devemos temer os ímpios, pois não vencerão a morte. A “vitória” deles é pura vaidade acesse:http://estudosdabiblia.net
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Pr. Presidente

Pr. Antônio Silva Santana

Pr. da Congregação

Pr. Elias Santana

Departamentos

Escola Dominical

Títulos das Lições:
Lição 01 – Introdução à Ética Cristã
Lição 02 – A Sexualidade
Lição 03 – Namoro, Casamento e Divórcio
Lição 04 – Natalidade, Aborto e Reprodução Assistida
Lição 05 – Eutanásia, Suicídio e Pena Capital
Lição 06 – Como Lidar com a Discriminação
Lição 07 – Jogos e Vícios
Lição 08 – O Cristão e o Meio Ambiente
Lição 09 – A Responsabilidade Social do Cristão
Lição 10 – Responsabilidades Civis do Cristão
Lição 11 – O Cristão e a Política
Lição 12 – O Cristão e as Finanças
Lição 13 – A Integridade do Caráter

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