Get Adobe Flash player
Rádio
Translator
Mensagens
Seguidores
Receba RSS
Mais Acessos
Arquivos
Agenda
fevereiro 2010
S T Q Q S S D
« jan   mar »
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
Vídeos
Shopping Evangélico

Grande variedade em livros,
comentários bíblicos, cd's, dvd's, enciclopédias
e muito mais
Centro Popular de Compras
Box A-28 (16) 3610-3793

Tempo Hoje

Archive for fevereiro, 2010

Nova Era

1º Seminário sore a Nova Era

Dia: 2, 3, 4 de Março de 2010

Local: Igreja Assembléia de Deus – Pq. Ribeirão Preto

Pb. Helenilson – Curitiba-PR

Minhas meditações diárias: Cristianismo verdadeiramente Cristão

Nessa madrugada, por graça de Deus — não é sempre que faço isso, pois prefiro as manhãs para meditar —, reli, em oração, Hebreus 13 nas versões Almeida Revista e Atualizada (ARA) e Almeida Revista e Corrigida

(ARC), minhas versões preferidas em língua portuguesa. Meu objetivo não era fazer uma exegese do texto, e sim uma leitura devocional, em meditação.

Se fizermos uma análise versículo por versículo, frase por frase, palavra por palavra, de Hebreus 13, teremos, sem exagero, uma manancial, um tesouro, à nossa disposição. Arrisco-me a dizer que esse único capítulo é o suficiente para a preparação de um livro contendo, pelo menos, dez mensagens repletas de lições para a vida cristã com muitos pormenores.

Mas, neste artigo, gostaria apenas de apresentar uma reflexão a respeito de seis coisas que os seguidores do cristianismo verdadeiramente cristão não podem esquecer ou ignorar — e todas elas estão em Hebreus 13.

Hospitalidade (v.2). O autor de Hebreus assevera que não devemos nos esquecer da hospitalidade. E ele menciona uma razão para fazermos isso: “alguns, praticando-a, sem o saber acolheram anjos” (ARA). Pense no que significa ser hospitaleiro. Tratar bem os amigos é fácil. E, quando temos de ser hospitaleiros com quem não conhecemos? Sofremos, ao fazer isso. No entanto, Deus muitas vezes usa esse tipo de circunstância para nos abençoar. Não foi isso que aconteceu com a viúva que ajudou Elias? E o que dizer do personagem bíblico mais famoso do momento, Zaqueu? Já imaginou se ele dissesse a Jesus: “Na minha casa, não! Minha mulher não vai gostar de receber uma visita inesperada”?

Presos (v.3). Sejamos sinceros: Qual cristão, incluindo eu e você, caro leitor, costuma se lembrar dos presos, dos encarcerados? Alguém se lembra do maníaco do parque, que estuprou e matou inúmeras jovens? E daquela jovem paulistana que planejou e executou o assassinato dos pais? Posso ser sincero? Quando eu me lembro desses presos “famosos” (na verdade, afamados), não lhes desejo, no meu íntimo, boas coisas. Mas o texto bíblico de Hebreus 13 diz: “Lembrai-vos dos encarcerados, como se presos com eles” (ARA). Meu Deus, que difícil recomendação da sua Palavra! Como eu preciso melhorar!

Read the rest of this entry »

Mensagem Nova

Acesse pelo menu “MENSAGENS” ou clique no link abaixo para ler.

Os Espelhos de Deus (de Max Lucado)

O pródigo que ficou em casa

“Ora, o filho mais velho estivera no campo; e quando voltava, ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças. Chamou um dos criados e perguntou-lhe que era aquilo. E ele informou: Veio teu irmão, e teu pai mandou matar o novilho cevado, porque o recuperou com saúde. Ele se indignou e não queria entrar; saindo, porém, o pai, procurava conciliá-lo” (Lucas 15:25-27).

É aqui que a trama da parábola do filho pródigo engrossa. A localização da história de Jesus torna evidente que independente de quanto é comovente a saga do filho mais novo, o filho mais velho é o verdadeiro foco da parábola. Foi dito como resposta a acusação orgulhosa da elite religiosa judia de que Jesus expôs o seu verdadeiro caráter através da sua companhia—“pecadores” notórios e ladrões. A sua acusação na verdade fez mais em revelar o seu próprio orgulho hipócrita e sem piedade do que qualquer falha no Senhor, um fato que não era provável que reparassem. E foi da preocupação por eles, não pelos “pecadores” desprezados, que esta grande parábola surgiu—uma história de um filho esbanjador, um pai de coração partido e um irmão que se recusou a se reconciliar com qualquer um deles. Como poderiam não ser tocados por esta história comovente a respeito do amor de um pai por um filho desviado e a sua alegria com a recuperação deste filho? Não eram eles pais também? Não seria isso que eles teriam feito?

O filho mais velho, de início não tem um papel grande na história. Quando seu pai, a pedido de seu irmão, divide os seus pertences, ele simplesmente recebe dois terços da riqueza do seu pai que era, como primogênito, dele de direito (Deuteronômio 21:17). Se ele compartilhou a dor do seu pai com a partida repentina do seu irmão ou o seu anseio por ele durante a sua ausência, não nos contaram. Ele estava cuidando dos negócios na fazenda. Enquanto o seu irmão tolo estava gastando muito dinheiro numa rebeldia grande, ele era a alma da indústria. Ele era respeitável e responsável. O seu irmão era sem valor, sem perdão. Ele era bom, seu irmão era mal. Em contraste, o irmão mais velho encontrou seu sentido e seu valor. Foi o que tornou seu mundo ordenado e lhe deu sentido.

Read the rest of this entry »

Neste final de Semana

No dia 13 Grande Cruzada, “Semeando a Terra”

Local: Praça Chico Mendes, Pq. Ribeirão Preto

Exibir mapa ampliado

Dia 14 Culto com a Juventude Brilho Celeste

Local: Igreja, as 19:00 horas

Dia 15 Maratona Bíblica sobre o livro de Romanos (Igreja)

Tirando Forças da Fraqueza

José tinha sonhos e visões que o levavam a um futuro grandioso, com reflexos diretos sobre toda a casa de seu pai Jacó e da nação de Israel (Gn 37.5). Mas, ao invés de guardar consigo, José punha-se a contar os sonhos a seus irmãos já entristecidos. No primeiro sonho, viu-se José com todos os seus irmãos no campo, atando molhos, quando os molhos de seus irmãos rodeiam e inclinam-se diante de seu molho.

Tivesse guardado o sonho, os irmãos não o teriam aborrecido ainda mais. Cremos, porém, ter o relato do sonho contribuído para o plano de Deus na vida de José.
O segundo sonho, ainda mais abrangente que o primeiro, dá-nos uma visão de seu cumprimento em relação a toda a nação de Israel. Agora, é o Sol, a Lua e onze estrelas que se curvam a José. O próprio Jacó repreendeu o filho. “Que sonho é este que sonhaste? Porventura viremos eu e tua mãe e teus irmãos inclinarmos perante ti em terra? Seus irmãos o invejavam; seu pai, porém, guardava este negócio no seu coração.” Jacó achou impossível ter cumprimento aquele sonho do jovem José.

Certa vez, li em um muro as seguintes palavras: “Não se pode apagar um sonho”. Era apenas uma pichação, mas nunca me esqueci daquela frase. Acrescento, entretanto, que os únicos sonhos que nunca se apagam, são aqueles dados por Deus e que Ele, pessoalmente, incumbe-se de cumpri-los no devido tempo.

Read the rest of this entry »

Carnaval

O Carnaval, essa festa que arrebata multidões para as ruas, promove desfiles suntuosos, comilança, excessos em geral e também muita violência, liberalidade sexual etc. Ao estudarmos a origem do Carnaval, vemos que ele foi uma festa instituída para que as pessoas pudessem se esbaldar com comidas e festa antes que chegasse o momento de consagração e jejum que precede a Páscoa, a Quaresma.
Veja o que a The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 nos diz a respeito:

“O Carnaval é uma celebração que combina desfiles, enfeites, festas folclóricas e comilança que é comumente mantido nos países católicos durante a semana que precede a Quaresma. Carnaval, provavelmente vem da palavra latina “carnelevarium” (Eliminação da carne), tipicamente começa cedo no ano novo, geralmente no Epifânio, 6 de Janeiro, e termina em Fevereiro com a Mardi Gras na terça-feira da penitência (Shrove Tuesday).” (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade)

Em contra partida vemos que isso era apenas um pretexto para que os romanos e gregos continuassem com suas comemorações pagãs, apenas com outro nome, já que a Igreja Católica era quem ditava as ordens na época e não era nada ortodoxo se manter uma comemoração pagã em meio a um mundo que se dizia Cristão.

“Provavelmente originário dos “Ritos da Fertilidade da Primavera Pagã”, o primeiro carnaval que se tem origem foi na Festa de Osiris no Egito, o evento que marca o recuo das águas do Nilo. Os Carnavais alcançaram o pico de distúrbio, desordem, excesso, orgia e desperdício, junto com a Bacchanalia Romana e a Saturnalia. Durante a Idade Média a Igreja tentou controlar as comemorações. Papas algumas vezes serviam de patronos, então os piores excessos eram gradualmente eliminados e o carnaval era assimilado como o último festival antes da ascensão da Quaresma. A tradição do Carnaval ainda é comemorada na Bélgica, Itália, França e Alemanha. No hemisfério Ocidental, o principal carnaval acontece no Rio de Janeiro, Brasil (desde 1840) e a Mardi Gras em New Orleans, E.U.A. (dede 1857). Pré-Cristãos medievais e Carnavais modernos tem um papel temático importante. Eles celebram a morte do inverno e a celebração do renascimento da natureza, ultimamente reunimos o individual ao espiritual e aos códigos sociais da cultura. Ritos antigos de fertilidade, com eles sacrifícios aos deuses, exemplificam esse encontro, assim como fazem os jogos penitenciais Cristãos. Por outro lado, o carnaval permite paródias, e separação temporária de constrangimentos sociais e religiosos. Por exemplo, escravos são iguais aos seus mestres durante a Saturnália Romana; a festa medieval dos idiotas inclui uma missa blasfemiosa; e durante o carnaval fantasias sexuais e tabus sociais são, algumas vezes, temporariamente suspensos.” (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade)

Read the rest of this entry »

Get Adobe Flash playerPlugin by wpburn.com wordpress themes